As emoções na arte das organizações

Nestes 33 minutos procurámos ligar emoções entre a arte da “criação” e o mundo das empresas.

Começámos por perceber que a arte sempre esteve presente na vida da Ana Mesquita e pelas suas palavras é: “a essência de mim…”.

A arte serve e deve emocionar. A arte tem que fazer pensar quem a cria e quem a vê. Ela deve ter como propósito alterar a perceção do mundo. Percebemos a diferença entre criar e observar ou, por outras palavras, avaliar e ser avaliado. Como a arte é algo criativo, é preciso saber gerir o medo e ter a coragem de experimentar a liberdade da criação.

Percebemos que o erro tem significado e que muitas vezes é no erro que aparece a criação.

Na fase final desta (des)conversa ficámos a saber que a criatividade pode ser menor se for suportada por crenças negativas. A Ana Mesquita afirmou que criatividade leva à superação e comparou com o que os atletas de alta competição têm que fazer “eles – atletas, treinadores, procuram encontrar novas maneiras de se superarem…”.

Como pecado mortal desta semana, escolheu a Inveja. A Ana Mesquita lembrou-se de uma frase que a sua avó dizia: “cuidado com aqueles de quem ninguém têm inveja!”.

Acabámos com a maior intenção dela: “passar felicidade para o outro; fazer pensar de outra maneira, pensar a felicidade como pequenos momentos que têm que ser descobertos e vividos”.

Em conclusão (da Big Experience e da Ana Borges): A arte e o processo de criação existe em tudo o que se faz porque (seja individualmente, em equipa ou numa organização) uma vez que é um gesto de amor e onde é preciso liberdade para amar.

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